Para empresas de reboque
Quem chega primeiro fica com o processo.
O reboque está ao lado do condutor antes da seguradora, antes do advogado, antes da oficina. Esse momento vale mais do que tudo o que vem depois, e boa parte do ofício ainda o trata com um telefonema e um caderno.
A central
Pedido, viatura, tomada a cargo, fecho.
Um pedido chega com a sua posição e quem o fez. Atribuis uma viatura, a intervenção avança entre os seus estados e a prova fica colada. Uma intervenção não precisa de um processo aberto para existir: o lado da assistência deste produto aguenta-se sozinho.
- Pedidos da aplicação, da central ou de um telefonema transcrito
- As tuas viaturas com matrícula, tipo e disponibilidade
- Prova fotográfica na intervenção, com ou sem sinistro aberto



Faturação
A intervenção concluída torna-se um rascunho de fatura.
Uma chamada transforma uma intervenção fechada num rascunho no motor de documentos. Um rascunho, que espera por uma pessoa: nada é emitido nem transmitido sozinho. Se pedires duas vezes recebes o mesmo documento, não um segundo.
A subida
Começa aqui, o processo vendes depois.
Cada intervenção que fazes é um processo que alguém vai abrir. Quando decidires conduzi-lo tu, o módulo de sinistros acende-se sobre os mesmos dados e os mesmos clientes. É uma licença, não uma migração.
O que a assistência NÃO inclui
- Não há central operacional com pessoas. O software despacha; as pessoas são tuas.
- Não há mapa em tempo real das viaturas em movimento. Uma intervenção traz a posição de onde foi participada.
- As notificações ao condutor pedem um fornecedor de mensagens que tem de ser ligado primeiro.
Traz-nos um processo real e levamo-lo do início ao fim.
Meia hora chega para ver um processo aberto a partir da aplicação, as provas seladas e os prazos legais a correr sozinhos.